Domingo, Janeiro 10, 2010

Angélica Rizzi na Festal do Programa Bibo Nunes Show




Bibo Nunes gravou seu tradicional programa de natal ao vivo pela ULBRA TV e Angélica Rizzi participou das apresentações musicais juntamente com o grupo Froide Explica no dia 21.12.

Sexta-feira, Dezembro 04, 2009

Manoelito na 55 Feira do Livro de porto Alegre













A essência do coração

Era uma vez um palhacinho que não sabia sorrir, mas almejava descobrir a alegria de viver.
Entre fórmulas desastradas e feitiços atrapalhados, um mago descobre, escondido em seu pequenino coração de menino,o antídoto que pode salvar a infância do pequeno palhaço: a magia de sorrir e fazer rir por meio da essência do coração.
No dia 07.11 ás 16h30 no Deck da Ala Infantil a escritora Angélica Rizzi autografou, e cantou algumas canções inspiradas no livro Manoelito o palhaço tristonho criadas pelo cantor e compositor Jottagá, que também participou do evento.


Terça-feira, Dezembro 01, 2009

Livro e CD do Manoelito - um bom presente para criançada neste Natal


Convite


Bom dia Edi:

Eu sei que o importante na vida é estarmos primeiramente em equilíbrio , com o nosso eu interior.Este sim representa nossa verdadeira essência.Mas, enquanto ainda me utilizar das cascas que foram se formando ao longo dos anos - terei dificuldade de lidar com está pequena semente guardada nas entranhas da minha alma.
.Há um grande conflito interno ainda dentro de mim- soltar as amarras e viver sobre os meus próprios ditames e, filosofias que acredito, sou muito mais livre e desapegada interiormente - do que neste momento em que ainda patino para não me espatifar no próprio ego.

Bom dia
bjs
te amo
Angel

By Angélica Rizzi em memória de Ednilson Pissolato da Silva

Quarta-feira,23.05.2007-21h:00min-restaurante Al Nur e/m
Meu corpo é apenas uma morada sem portas, sem janelas
Orifícios, que outrora respiravam através da casca porosa
alimentam-se de linfa e, sonhos
acomodam o vaivém das almas, que se encontram em segredo.
Lá as palavras voam,
como o vento
E, eu te convido, para bailar.
Encontrar meus lábios
Abraçar o corpo
Que outrora a névoa ocultava
Desnudar os personagens do passado
Descansando-os no cabide, que dá as boas-vindas
na passagem sem volta,
para felicidade

terça-feira, 29 de maio de 2007 15:10

Vou fatiá-lo em pequenos pedaçosPreenchendo-os com salivaEnleando o néctarQue, incendeia teu sexoCobri-lo de beijos Até a virilhaTitubeando,como se embriagadaRespirar as palavrasque povoam a atmosfera lúgubre da salaonde o sol invade as janelas e,os amantes despem-se sem pudor.Mergulho na tua decência{Mastigo tua inocência}.Enlambuzo tua moral de poesiaVisto as botasDispo as máscarasE, te deixo adormecer no meu colo.Um filhote mansoRepousa entre minhas pernasFlutuando na minha essênciaDevorando minhas entranhas .*meditação

quarta-feira, 30 de maio de 2007 15:31
Há páginas em brancoQue devem ser preenchidasEm letra miúdaum fraseado simplesQuase infantilPara, que as portas continuem abertasE, as ruas desertasQuando a noite chegarE, as brumas esconderem nossos sentimentos mais secretosHá o tempocristalizado como um Senhor de barbas longasMas, que é um apenas um meninoDesejoso, que sua pipa coberta de estrelasSe perca no azul do céuHá lembranças emaranhadas entre os espaçosde um pensamento, e imagens que lutam,com palavrasHá os espelhosQue não nos escondem a verdadeHá os amigos, que ora amamosora odiamos pela sinceridade,e que cativamos, para compartilhar a vida.Há alguém que idealizamos.Além de nós,Nossos paisE, que queremos bem.e, sonhamos flutuar por toda eternidade de um momento.*demora indefinidabeijos>From: "Ednilson - Casa das Copiadoras" <ednilson@casadascopiadoras.com.br>>To: "Angelica Rizzi" <angellicarizzi@hotmail.com>>Subject: Re: meditação>Date: Wed, 30 May 2007 12:34:44 -0300>>Adorei seu poema, as palavras traduzem para mim a alma de uma mulher em >busca de felicidade e prazer dentro de um sentimento puro e de confiança.>>O que posso querer mais????? Nada, porque isso é a essência da vida.>>Um beijo e até a noite>>Ednilson

sexta-feira, 1 de junho de 2007 11:47
Um coração livre precisa de espaçosilenciar no óciorespirar poesiaA água que escorre do céu,purifica o passadoCelebra o presenteTranscende velhas idéiasMorre-se um pouco todos os diaspara vivificarE, perder-se no véu da inocência.Encontrar a criançaQue brinca com as nuvensIr de encontro à tempestadeAmar sem criar personagens {LibérerLibertar-se*Liberte


segunda-feira, 4 de junho de 2007 11:24
abro tuas carnese, minha língua.passeia livremente pelo teu sexoanuviando a paisagemque se escondeatravés das cortinasmovendo as águasdos rios,inundando,tua bocapreenchendo teus poros,com a essência maciaque escorre do meu corpo,despindo a meninae,cobrindo a mulherde voluptuosidade{mouvementdevorando a natureza inocente,que se esconde no teu peitoincendiando teu corpo de estrelas.*mouvement

quarta-feira, 6 de junho de 2007 14:18Afogo minhas mágoasSegurando os joelhos contra o peitoavistando um fio de céu que surgeEntre a escuridãoEsqueço de dizer meu nomeRio, e choro.Todas as manhãsNão pude te dizer:Se aprendo a gostar de mimTambém posso gostar de ti, ou.De escreverSaí do inferno eentão, o velho mundo não coube mais nas minhas mãos,e as nuvens não eram mais sinais de chuvaE agora procuroO paraíso, que se esconde.No oásis que são tuas palavrasNo portoOnde teus olhos me guiam,Pela noiteNo beijoQue pode ser infinitoOu, breve,Pleno,fugidio.*despertar

sexta-feira, 8 de junho de 2007 14:59

o dia nasceu claro, ensolarado carros passavam apressados um anão brincava em uma sala vazia flores coloriam canteiros seminus. edifícios de fachadas cinzentas passaram por mim na mente: somente, musica lenta. aguçando o sentidos criando espaços vazios entre as portas arranha-céus. e, janelas abertas. praças revisitadas canções que estavam na gaveta aguardam uma melodia ontem foi meu céu hoje: poesia.

terça-feira, 12 de junho de 2007 09:49
RETIRO DE INVERNO alcançar as folhas que brincam com a remada do vento aquecer o nariz na pele ruborizada de beijos dormir abraçadinho e, esquecer o relógio nas gavetas dos meses que se misturam, com as estações reger a orquestra da vida com, maestria. amar como se fosse o último dia calar, na audição da poesia beijar reinventando uma sinfonia um poema Em (16:10:19), Ednilson - Casa das Copiadoras escreveu: >OI > >Acordei meio gripado, mas já estou melhor. Acho que o ar condicionado não me >fez muito bem. Agora preciso de vitamina "C" e "cama". Vc pode me >ajudar????? Sabe fazer suco de laranja?????? Tudo bem, se vc não sabe fazer >suco, resta a cama. > >Segue abaixo o telefone da Ligia Mota caso vc precise um dia destes. > >Um bjão

segunda-feira, 18 de junho de 2007 15:05em tua companhia asculto os sons do silêncio desdobro os nós nos teus braços omito il coscienza em versos biancos encontro minha essência io caminho distraída tropeço nas circostanzas salvo cada frase cristalizo as lembranças com a lentidão de um símio rascunho poemas enleada nas colores do arco-íris mergulhada nas ondas da tempestade: em tua companhia io encontro a solidão. *sommario

quinta-feira, 28 de junho de 2007 16:42
na rua a fumaça violenta os sentidos uma cadeira demarca o espaço onde posso avistar o dia amanhecendo sentir os versos fluindo a solidão surge da rua no piano algumas notas cristalizam-se,com o suor atrapalham o dedilhado um pássaro passeia pelos telhados atormentado - pousa sobre espinhos uma canção, que nasce torta uma porta que, se abre -saudades da multidão, que se esconde lá fora!

quinta-feira, 28 de junho de 2007 17:00
E, se a gente for pescar estrelas auxiliados de anzóis suspensos por fios perolados. estrelas que são como brilhantes em águas de madrepérola onde a lua reflete sua beleza rebelde acariciada pela noite devorada pelo dia alcançando os planetas seduzindo astronautas embalada pela dança das estrelas cadentes na quietude de um rio, que invade o mar

terça-feira, 18 de setembro de 2007 17:52

Eu nasci poeta
Para fazer cócegas no teu nariz
E, te fazer sentir
E , ver o encanto
Da vida
perceber o colorido do entardecer
Através da fuligem

A música, que rodeia o cotidiano.
Ao invés da face contraída, pelo desengano

Viver é muito mais,
que comer,somente, para respirar!

Viver é descobrir
A alma que se esconde
no emaranhado
do eu.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007 15:10
EXCERTO
eu não consigo ficar nesta mesmice, e.
na caretice de sofrer por profissão
roubar os sonhos de alguém: isto não da me dá proteção

deixa o vento soprar e, o menino correr
a pipa se perder
no céu da solidão

eu quero te ver
se derretendo em meus braços
eu vou te fazer amar tudo que eu gosto e, faço

me da um pouco da tua saliva,
que corre pela sala espaçosa,
onde pousa soberana tua língua picante e, deliciosa

me cala
com os teus lábios de menino
que, me enganam, mas precisam de mim.

vou me mover,pelo teu corpo
vadear no encanto dos teus cabelos
escrever teu nome no livro do desassossego
vou morrer no mar

Fernando em Leiria
{homenagem ao poeta português Fernando Pessoa)


Ele visitava a amada
Quando o desejo
Se expandia
pelo corpo magro
derrotado
coração adormecido nas chagas
de Maria

Os dias
Iam se passando e Fernando
sofria
a ausência
da mulher que veio do mar
de longe das terras de Leiria



o tempo escorreu
depois da visita da poesia
e, alegria escondida
entre os livros
e os bordados
que arranhavam jornais,e, os artigos espalhado
agora eram música



Agora quem dança com seu vestido floral
Na varanda inundada pelos raios de sol
São seus poemas




Fernando
Não acena mais
Para multidão
Que o empurrava
para o fio da calçada


ele agora tem seus livros
a poesia
as canções
que invadem o mar de Leiria.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007 16:08

Silêncio

Ouço as batidas do teu coração
E, o meu ouvido rouco
Absorve a voz da solidão

Exclamo palavras sem sentido
anseio estar
mergulhada no teu umbigo.

Perco palavras:
pelas ruas espalho poemas pelas calçadas
até que venha a noite e, me leve de roldão.

{...........}
não escondo mais o que sinto
Apenas respiro ao teu lado
E, deixo vir mais uma poesia,
Uma imagem,
Uma canção.
{..........}

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007 13:46
Há páginas em brancoQue devem ser preenchidasEm letra miúdaum fraseado simplesQuase infantilPara, que as portas continuem abertasE, as ruas desertasQuando a noite chegarE, as brumas esconderem nossos sentimentos mais secretos
Há o tempocristalizado como um Senhor de barbas longasMas, que é um apenas um meninoDesejoso, que sua pipa coberta de estrelasSe perca no azul do céu
Há lembranças emaranhadas entre os espaçosde um pensamento, e imagens que lutam,com palavras
Há os espelhosQue não nos escondem a verdade
Há os amigos, que ora amamos ora odiamos pela sinceridade, e que cativamos, para compartilhar a vida.
Há alguém que idealizamos.Além de nós,Nossos paisE, que queremos bem. e, sonhamos flutuar por toda eternidade de um momento.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007 14:31

acariciar teu rosto
na sintonia da tua boca
entregue a uma canção
{ quando nossas melodias se encontrarem,
em cada acorde invadir as ilhas do teu corpo
navegar no teu mar
segurar tua mão}

{quando, meu barco em teu ventre ancorar
a poesia pulsa
as nuvens apaixonadas pelo sol
somente, são acariciadas pela lua....}

em meio ao farol das nossas emoções
eu te aceito
eu me entrego
de olhos fechados, para um beijo
minh´alma despida do medo
entregue..

terça-feira, 11 de dezembro de 2007 10:44

UNIVERSO PARTICULAR
despertei sorrindo em teus braçoscom, borboletas de asas lilasessobrevoando nosso leito imaginário
cortinas de gaze dançando
em círculos
transeuntes de todas as coresandando sem olhar para os lados
e, apenas nósimóveis convertidos,
em nosso universo particular.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007 10:57
Água-doceque lava corpos salgados no vento.Onde beijam-se ondas e, espumas.Movendo redemoinhosonde crianças aprendem a nadar Un hombre estendido noRío de la Plata-retorna a superfícieRasa, Lodosa.Una Sombra em movimentoVitrines,EspelhosConstruindo egos, avolumando vaidades.Envolvendo-se com a chuvamovimentando veículos{velozesLá ainda acredita-se na promessa de um dia de sol.Na busca concreta do amorNa poesia em versos alexandrinosNa genialidade de Vilaró-"Libertad o Muerte".


quinta-feira, 13 de dezembro de 2007 10:04


E, eu que era uma garota tão normal
Agora estou assim
sentimental
Eu estou tão sentimental
Tudo que eu achava tão banal
Agora é tão lírico para mim
Isso no amor
Baby
É tão natural
e, quando o sol aparecer
e, a sua canção me levar
eu vou para vida
Eu vou sair,para passear
Eu vou te procurar.
Eu vou ficar até
De manhã
Cantando e tocando no meu acordeão
Chamando teu nome
Te procurando onde te encontrei.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007 10:18
Palavras, que voam como o ventoSorriso, que abriga um vendavalA cada momento em você eu procuro à mimNa minha alma eu sinto vocêe,os meus olhos avistam seus olhos,Eu me deito com a luaE, renego o amanhecer

Eu compartilho
meus eus
com você
e,não sinto medo
de mergulhar no seu eu
e, me perder.


Nem receber as sementes das flores
no jardim, onde todas as tardes o sol vem brincar
até a lua repousar seu brilho
no manto de estrelas
no nosso altar .
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007 10:58
Se, eu selar tua boca na minha
nossas palavras se encontram
em um verso único
nossas vidas
nossos sonhos
nossos medos


voa como um pássaro valente
a beira do abismo do meu corpo
juntos
mergulhamos no vazio
{Bhagavad Gita

desvendaremos o Nirvana
recitaremos os mantras sagrados
entre as sensações do vácuo

Hare rama
Hare rama
Hare khrishna
Hare
Hare.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007 09:47

é quando você senta para tocar
Que, eu te reconheço
Eu sinto, que te mereço
Sei que tem a vida para levar
Mas, quando pega o violão
é sempre um recomeço

Nos acordes desta canção
Vai me conduzindo há um tempo
Em que eu fugi de casa
vida errante
eu passei por tanta gente,
tantos abrigos
tantos lares
de passagem.
Portas se fecharam
Ah vida itinerante.

Mas, quando te conheci.
Quis viver junto a ti
Acertei o passo,
e deitamos, e
sobrevivemos em qualquer pedaço de chão.
nesse mundão de Deus

Percorremos o sertão
E, no solo pedregoso
inundado pela poeira das carroças
Que eu tive tu nos meus braços
Meu primeiro amor
minha primeira paixão

nego toca essa canção.
Que vem do fundo d`alma
E, leva contigo, esses versos.
Como, um presente

Carrega minha história entre tuas mãos
Em cada acorde
As notas tem a leveza do algodão
A doçura do giqui

Ah meu homem tu simplificou minha dor
Ela agora é como as estrofes de um poema
Flutuando na faceirice do teu canto

em cada verso
Desnudou meus afetos
E, descobriu que sou tão criança
de alma doce,pequenina
menina mulher
Guerreira
Tua/
Tua sina.





quinta-feira, 3 de janeiro de 2008 09:58

as maçãs
que lançamos para plantio
são sadias
doces, frescas
como, as nossas manhãs

os dias nascem sintonizados com teu sorriso
nossa vida
é regada á flores frescas,
poemas ,
canções.
"Les Chansons d'Amour"



quinta-feira, 3 de janeiro de 2008 10:32
estendo-me nos telhados
provando o sangue amargo
mordiscando, lábios, lóbulos.
escondendo o órfão,que repousa na tu´alma.

no céu ainda vejo os quadros pintados de sonhos
nuvens se misturam a tua nudez,
-tua figura mórbida, me encanta.

quando um sorriso surge na tua face de pele rugosa.
tuas pernas dançam acariciando a musselina,
que envolve meu corpo.
o teu olhar vagueia por alguns segundos
então, fixa o som das palavras soltas, separadas por pontos.e
{vírgulas}.

urdi histórias
sem passado, ou futuro.
no presente:
lençóis bailam a nossas volta.
o sol chega, com as manhãs

no futuro:
há a vicissitude da lua
o revés das estações
{a melódica passagem dos dias}.



quinta-feira, 3 de janeiro de 2008 10:33
vem me socorrer escorrendo na areia
flutuando em volta d´lua cheia

vem meu soro benigno
meu libelo,meu destino

sou tão vazia
tão arredia sem você

me agrada, me traz flores
meu deserto,meu caminho incerto

quero você na madrugada
nas manhãs ensolaradas

despida de certezas
da culpa ,e, envolta a destreza: nas tuas mãos

óleo de pêssego,bolhas de sabão
chumaços de algodão

explorando,sugando minhas retinas
ardendo minha pele.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008 13:08


Se, Ednilson decide pescar
A sua vida se estende no mar
Ele deixa a poesia dançando,
esperando a lua chegar.


Os dias são tão azuis
Porque a vida aqui custa a passar
Não há mais nada, que cresce em Maria.
Só há solidão no pomar

Os homens não voltam do mar
Só há redes vazias estendidas na areia
O sol incendeia as mulheres até a noite chegar

A pele de Dolores secou
E, seu coração se fechou.
Ela agora chora de saudade
Do noivo que perdeu no altar

Mas, Ednilson ainda tem fé.
Que a vida em Maria tem pé
É por causa do Nosso Senhor
O seu grande ideal, sua dor.


Mas, a vida em Maria é esperar.
Que, a chuva venha visitar.
Aqui até o vento tem nome
Ele sopra como uma canção

Ednilson é a luz de Maria
E, ele se banha no mar.
Ednilson acredita no amor
Ednilson é a voz do lugar
O menino que Jesus mandou.


quinta-feira, 10 de janeiro de 2008 09:51
Encostada no seu peitoaliso seu rosto com meus cabelosrespiro sua voz,e ouço o coração cantarA música nos envolve lentamenteDeixando o amor entrar.Há cada manhãEu saio para lhe procurarEu descanso a beira-marEu canto para as sereiasEu desejo lhe encontrar Eu sei onde você estaÉ o beija-florLépido e faceiroQue sussurra seu nome no ar.Encontro IemanjáNas águas por onde ancorar Fico estendida na areiaSó para você vir me buscar.Caminho solta pelo mundoPois, sei onde você esta.É o beija-florLépido e faceiroQue sussurra seu nome no ar.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008 08:35Ele dizia:Que era só um homemUm ser vindo de lá. Me falava de sua travessiaDe muito além-mar. Á noite corria ao ventoDormia ao amanhecerVivia como se em um segundo fosse morrer. Na imensidão azul de seus olhosEu entendi minha solidão. A vida é tão simplesEnfim, viver, sorrir, morrer! Ele sabia que um diaIria se perder.Na vida existe o dilemaDeseja-se sempre viver! Mas, se a inquietude da almalhe torna existencial é o existencialismoque o torna especial. Um homemSomente, homemCriatura de Deus Simples humanoPobre humanoQue Deus concedeu: Somos semelhantes ao nosso criadorCriaturas/Criaturas
Celestiais.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008 09:22
foram tantas vidas repetidas nesse marforam tantos sonhosque a maré levouna minha alma friaseu coraçãoancorouseu rostosuas ilhasem cada uma delaste ameiem cada tempestadevocê sumiae, quando a maré baixavace voltavacom o sorrisomais bonitoe, os olhos de ressacao canto da boca amargadopela faltaas mãos trêmulasa dor no peitoa pele enegrecida pelo solsou tua âncoratua vida teu farolvolta pro meu colose rende em meus braçoseu te aceitopor mais nove luaseu te renegopor mais algumas manhãseu te levo debaixo do braçoassim não foges mais de mim.

{

rosas de pétalas róseas,
possuem o mesmo frescor da sílfide
que jaz em harmonia, com a solidão do deserto.

o céu não tardou a inundar de nuvens
e, cobriu o vilarejo
onde repousa inerte aquela, que foi a musa dos poetas florentinos

em vida
Beatriz derreteu corações de pedra, inundou a alma de gélidos cavalheiros :
ah a angustia de um amor não correspondido!

sua beleza inspirou versos e, canções.
a poesia foi sua vida,
sua sina.

nos meses onde se abriga a primavera
em homenagens póstumas
declamam-se poemas

são entes queridos que repousam,
com o coração ressequido,
pela saudade.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008 10:07

Escondeu-se nas nuvens E, após secou...Ao solfoi levado pelo vento carregando margaridas mãos cobertas, pelas chagas {feridas abertas}ousou ser aclamado como CristoDescobriu o Evangelho dedicando-se a traduzi-lo como se, fossem poemasPalavras, se transformaram em féFieis caminharam ao redor do mundo à procura de um salvador: - você sempre esteve guiando suas ovelhas e, quando chegou: fez o rio correr em direção as colinas sagradas, as estrelas dançarem ao redor dos planetasO mundo buscar sua essência, então se debruçou sobre as Leis do Universo Modificando códigossalvando-se Encontrando-nos destruindo-nos.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008 08:36

Eu te espero mergulhar em mim
Como a escuridão, que sufoca a noite.

Eu aguardo tua boca calar
Meu verso

Tua língua invadir minha
Hipócrita moral

Tuas mãos procurarem sem gentileza
Os seios velados na transparência da blusa azul

Eu sufoco as lágrimas se, no outro dia.
Você quiser navegar

Eu escrevo versos,
Que te seguem por todos os mares

Eu te procuro em toda parte
É o seu perfume que exala no ar

A voz que se mistura ao vento
O olhar que guardo, como uma benção.

É você,
Que espero enquanto lá fora
Corre a vida,

E, o palhaço faz graça
da minha paixão

É seu nome
Que rima, com cada estrofe das minhas canções.

É para ti
A voz embargada no refrão

O ritmo faceiro de um samba de portão
Escrito em noite de luar
Inspirado num amor que faz brilhar o olhar,
E aquecer o coração.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008 14:20
Io vivo pensando a te e questa canzone è tutto che è rimasto di noi Sono versi, che percorrono il mio corpo con dolcezza Sono lacrime, che ho versato per te Tu ancora fai parte della mia poesiaIo ancora scrivo canzoni per te E, tu lo sai/E, tu lo saiPerché, stai vivo in me Ah mio amore non ho mai lasciato di amarti Non ho mai lasciato di volerti Ancora penso a noi dueAncora voglio stare con te Io ancora scrivo canzoni per te E, tu lo sai
E, tu lo saiPerché, stai vivo in me Ah mio amoreNon ho mai lasciato di amartiNon ho mai lasciato di volertiVoglio vederti con me io ancora credo in noiE tu lo sai/E tu lo sai, io ancora credo in noi


quinta-feira, 31 de janeiro de 2008 09:35
Se você veio ver o sol.
Não vá agora
Ele logo vai nascer
E,se você for embora
O sol vai desaparecer.


E, se seu coração despertar.
Como um pássaro sem direção
Um verso solto em busca de um refrão

Uma nuvem que passa
Igual chuva de verão
- É o amor tranqüilo,
Esse que não avisa ao chegar

E, fica para sempre.
Para lhe fazer feliz
e, se entregar.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008 11:02
Vou te contar uma coisa
Cê nem vai acreditar
Quando te vejo assobiar
Eu vejo o mar

E, não adianta
Uma folha se soltar
Com a ventania
Eu me mostro,
escrevo
Me debruço na tela do dia-dia

E, se foi Deus
Quem me escolheu:
Eu desci do céu
Só para te ver, e para ficar em ti

Só o meu olhar é infinito
E, tem a doçura do mel
Só eu que tenho amor
Só eu

Menino não negue a paixão que movimenta
A linfa da tua pele
A cor afogueada do teu rosto
há sempre uma nova canção
Para chorar a ausência de um beijo
Um poema, que sobrevive ao amor!

Tão perto de você
há luz que irradia
e, toda fantasia
se transforma em desejo
Eu vivo tão perto
tão longe de você
Eu sempre desperto
Para te receber
Eu não tenho flores, e
desconheço o segredo das constelações
Mas, eu te entrego poesia
Eu te deixo entrar em mim
O meu abraço
é como a brisa fresca
que acaricia teu rosto depois da chuva
cê espera as manhãs
eu te devoro
eu te levo para casa
e cê nem sabe
nem desconfia:
que já é meu.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008 11:09

Estoy solo y nada va a pararme
Si acaso encontrarle... en mi camino
¡Ojo! Le piso sin pensar...

No tengo miedo de sus censuras
Nada puede vir a cambiar
Mi destino es estar solo
Quiero que vuelva a esperarme...

¿Por qué me juzga?
No estoy bromeando
Solo quiero la paz... y un pedazo de cielo para soñar...

Si pudiera olvidarme por algún tiempo
Le prometo que escribiré algunos poemas... al viento...
Ahora
Respete mi decisión:
Quiero estar solo
Quizás solamente esta estación...
Cuando el invierno pasar
Creo que en el verano
Voy a volver
¡Basta esperar!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008 11:13

Un hombre solo
Desde hace mucho tiempo solo
Ha librado su alma de la tristeza
Sus limitaciones
Fueron tantas
Sus heridas tardaron en secarse...
Mal conseguía VIVIR.
Pero el amor transforma
Y nada más va a hacerle LLORAR.
Solo-Un hombre solo
Y, apesar de los disgustos del pasado
Ahora está libre para amar.
¡Libre para amar!
Descubrió que el mundo
Todavía tiene mucho a enseñarle
Basta querer
SOÑAR...
Su lema ahora es
¡Reaprender a amar!

quarta-feira, 5 de março de 2008 16:13
Me escute meu nobre rapaz Com o olhar profundo, que só tu sabes lançarO natural vai e vemdas ondas, e das marésEu prometoE, prossigo na idéia fixa, e confiante,Que de agora em diante minha vida hei de mudarAgora entendo, sim eu entendoEste ciclo .que é tal qual moinho d´águaUm dia se está no poço mais fundo e, no outro se aprende a nadarNa vidaTudo é passageiroOs dias a dor, e a alegriaAcredito no destino, e na magia dos que entendem,que tudo podemos mudar.Estas pessoas vêm como um presenteE, surgem assim de repente, como uma nova dança de galpão.Por isso, amigo, amanteAgradeço as preces e, a tua paciênciapois tenho agora a decência de pedir o teu perdão!De nada adianta sustentar uma crençaE sim, persistir com a paciência, que só o tempo nos faz mudar!Depois só ficam saudadesLembranças, e as amizadesA dor eu deixo passar ..Confesso com lágrimas, Mas o peito estufado de confiança,que nas minhas andanças, que só o amor,e, tudo o amor pode curarE entendi,que pra o corpo se dá atenção, carinho ,paciência, silêncio ,e a benção de DeusNosso mestre e irmãoUm barco sem mantém no marLiberto de magoasou amarras, para afundar E, seguindo o caminho do ventoDescobre os oceanosTraduz o profano e fica qual ave que aprende a voarJá, na alma se escreve,poesiapois ela tem a cor do amor, e da gratidãocentelhas de música de câmara, e paz no coração.


sábado, 29 de março de 2008 13:42
Eu mais você e,
a nublada manhã
quando penso em nós
sábadop cinzento
quando vasculho
nossas lembranças


e, descubro que mesmo longe
entre os espaços
de um pensamento e outro
existe o nós

na tua ausência
experimento a saudade
vasculho o Mapa de Piri Reis
curiosa sobre os caminhos
gelados, que passeias

leio sobre Antartida
e este sentimento preenche
um vazio momentâneo
e um continente
um oceano
nos separam

beijos
beijos


terça-feira, 15 de abril de 2008 14:55
Eis, que veio o sol.Iluminando asJanelas abertas, e.As camélias desavisadas.Usaram sua luz para dançarA poesia antes encoberta, pelas brumas da noite.Foi colorindo o diaAbrindo ruas estreitasE, caminhos sem saída. O tempo cristalizado, como um Senhor de barbas longasTornou-se meninoDesejoso, que sua pipa coberta de estrelas:Se perdesse no azul do céuMamãe, vovô, vovóBisa, os tios JuniorSheron, e Edi o tio avô Levaram pequeninas lembrançasChegaram de coração abertoE, sorriso de criança.Com a chegada do sol:O outono dançou ,com a primaveraO Verão cutucou o invernoA natureza cantou,com fauna, e floraRecheando de floresA varanda ensolaradaIluminando a vidaTrazendo paz, e esperança. 15.04.2008Parabéns mamãe Anelise! terça-feira
sexta-feira, 2 de maio de 2008 14:31
Quero caminhar na chuvaMãos entrelaçadasBalançar os cabelosCom ventania, dançar ao som da maresia.Quero pensar que o tempoÉ só uma imagem mentalUma sensação de movimento do corpoA chegada do dia, à noite espaçada.Fazer pegadas na areia,e esperar que as ondas as apaguem.Então, escrever meu nome, e aguardar o mesmo vai e vem.Adormecer na imagem das gaivotasNa margem dourada do rioDescansar no teu silêncio E, após escrever em versos o que sinto. Esperar apenas um olhar que sorri,Ao ver a minha indecisão diante de algum filme, ou livro.Pegar na tua mão,e seguir sorrindo.

quarta-feira, 14 de maio de 2008 15:10então me dê a mão leva seu violãoquem sabe a vida pode ser como uma cançãoeu queria ser sereiamas também quero cantarem, não quero morrer de tristezano fundo do marum segundoum minutomas um dia pode seressa noitemadrugada tudo pode acontecereu não vou sair, se esse samba não rolar rapazquero os acordes deslizando entre tuas mãosE, a saudadecomo um refrão ----- Original Message ----- From: "Ednilson - Casa das Copiadoras" To: Sent: 14-May-2008 14:49:17 -0300Subject: Re: E. A Catarinense Tecidos Ltda-OK
OBRIGADO CORACION

EDNILSON




sexta-feira, 16 de maio de 2008 15:02

Fim de noite no encontro da luzChiaroscuro -no aglutinante da têmpera com a clara, com a gema,e com a clara e gemaluz e sombraa arte que exala do odor ocre, que permeia as entranhas.A bela, a fera se escondem na bainha do laminado das folhas no infinito,no limbono fim.O nada, o tudo.O interminável simFerida aberta,Dor e prazerMorri sem olhar nos teus olhosRenascisem dizer que te amoFiquei a derivaExistindo no eu,Que construí em tiSem me deixar ir: fiquei em ti Repousada na tua boca, nas tuas nádegas.Brincando na tua virilhaSendo tua Beijando teu sexo, quando me permitias a boca.Encontrando tua alma em segredoSem culpa;sem medo de não mais voltarpara mim.*Chiaroscuro-elemento artístico, o chiaroscuro (palavra italiana para "luz e sombra" ou, mais literalmente, «claro-escuro»

terça-feira, 20 de maio de 2008 10:41


Quero o mesmo rosto familiar ao deitarE, ao acordar.O mesmo sorriso de entrega, quando se rende em meus braços.O mesmo olhar que se emociona com as imagens, e descrições da infância.A mesma voz que mansamente relata sua históriaOs mesmos dias ensolaradosMesmo quando vier temporalSalas de cinema vazias as segundas-feirasEspaços aconchegantes em restaurantes semi-vaziosSuco de laranja ás 22hCafé com leite no happy hourEstar contigo ao entardecerFechar os olhos, e teGuardar em mim.




segunda-feira, 2 de junho de 2008 14:40-Continuo, espero,sim eu gosto de ti, e este é um sentimento bonito,que se assimilado nos torna melhoresmais humanos,mais doces.-O mundo é visto com outros olhostudo se torna poéticodelicioso. (..)nos momentos em que estamos juntos, tudo passa em lentamente,é lúdico como uma brisa fresca;é sempre é primavera.-Sei que não é fácil compreender o outro,mas viver também não é:então, se estou bem, amandoque vença o amor.(..)No portoOnde teus olhos me guiam,pela noiteNo beijo que pode ser infinitoOu, breve, Pleno, fugidio(..)


segunda-feira, 2 de junho de 2008 15:04
O tempo curas as feridasModifica nossas vidasSana ilusões perdidas...A idadeSe bem aceitaNós mostra e, traz o melhor de tudo.O que plantamos ao longo dos anosO que somosO que fomosOu, o que não fizemos...Somos tão frágeisComo os trigaisAventureiros como os andarilhos.Às vezes, teimosos e, irracionaisPois, somos somente, humanos.Nada maisE, se soubermos admirar o horizonte com alegria.Acordar a cada manhã com projetosMas, não esquecendo de admirar a luz do sol e, tudo que, nos rodeia..Então, conseguimosChegamosTemos a ousadiaA vivênciaDe ter conquistado a tão almejadasabedoria.

terça-feira, 3 de junho de 2008 15:45
Você falou que iria voltar, para mim.Você saiu e levou o sol.Você guardou as estrelas, para se lembrar.Quando eu fui tua mulherAqui nunca mais há luzAqui nunca mais foi diaNinguém veio terminarO que na noite enfureceuVocê sumiuE, a lua foi visitar o sol.E deste amor veio o arrepioVocê me amou na camano nosso altarE levou a menina, que vivia em mim.Você brincou com meu coraçãoMe aprisionou na sua históriaCansada de esperar:Morri para mim.E de tanto chorar dissolvi em lágrimas o meu sofrerUmedeci rio, alimentei a dor.Transformei a caatinga em florMatei a sedeDa minha almaE, a caatinga amanheceu em flor.Meu mar invadiu o sertãoDeu cheia no rioMeu mar invadiu o sertãoUmedeci rio, extravasei a dor.Transformei a caatinga em flor.

terça-feira, 3 de junho de 2008 15:47
São homens bravosbardosporque, carregam suas meninassuas mulheresao sabor do ventoAs filhas descansam no coloSeguram no peito das mãesQue, sorriemSão louras,Brancas, fêmeasGeraram frutosEspalharam amorNão se emudeceram na dorFloresceramSão lírios Desabrocharam na terra secaVersos, que se movem da página de um livro, quando lidos em voz altaComo uma prece Bandeira brancaQue, dança entre os arranha-céus.Cinema mudoPoesia de cordelPelícula AlmodóvianaLágrimas que se apagamCom um sorrisoNau em um mar de águas turvasQue, se acalma. na chegada do dia.Colorindo a vidaDe poesia.
















quinta-feira, 12 de junho de 2008 10:51
Temos um passado,uma vidaExperiências que aguardamosHistórias, que são um pouco de nósPessoas que amamos, e outras:que simplesmente passarão por nósmas, que nos tornouo que hoje somosSe, caminhamos de mãos dadosE, sorrimos a cada despedidase,ainda almejamos e sonhamosCom mais um dia de sol,ouUm livro de poesiaOs quadrinhos de QuinoOu, os romances de TolstoiÉ porque além de termos aprendido a amar outremEm algum trecho de nossas vidasAcima de tudo:conseguimos amar a nós mesmos(..)"Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade ... (John Lennon)Depois, que juntar as metadesPodemos dar muito maisA liberdade é acima de tudoO eu em sua totalidadeA alma evoluídaLeve, Livre para o amor.


terça-feira, 17 de junho de 2008 10:18
Quero um amor que permaneça por séculosQue faça parte do universo, como poeira, semente, ou. das moléculas do vento.Eterno na energia do cosmosNas almas que vagueiamPelo ar.Na angústia velada da sabedoria dos filósofosNa arte de ser,e de cantar.E, mesmo que destemido e forte.Seja alegreIlha de aconchegoPalavras sincerasde lisonja e, ás vezes com contradições.Quero um amor que além de mimTambém se ameE, que saiba aparentar tranqüilidade.Quando parte da sua alegria estiver longeE que seja sempreOs olhos da minha almaA voz que guia as minhas canções.A luz em meio à escuridãoQuero um amor, que conte os dias como se fossem segundos.Lembrando dos momentos em que estivemos juntosE, que esteja no mundo para amar, e se amarQue nunca esqueça de mim em sonhosE, que se aborreça se eu o acordar..


quinta-feira, 26 de junho de 2008 11:00


Quando olhar no espelho não verá apenas as marcas do tempoNoites mal dormidas,sorrisos vespertinosLembranças da infância, onde se escondem os sonhos de menino(a).Seu riso será longo ao recordarSe refletir sobre tudo que,a vida lhe trouxe de bom ou, ruim.E, de nada adianta chorar.Sorria com, o aprendizado que tiveste.E, a sabedoria que adquiriste.Os sonhos que realizasteDesejos, ainda adormecidos. O que guardastes: e, levaste contigo além da idade no vai- e -vem da passagem dos anos.O tempo que, reservaste para cultivar o que já plantou.As provações que a vida lhe reservou(quando se vive intensamente cada momento/).Quando refletimos e nos (abrimos para a vida)... Deixe-se levar pelo momento Sorria, E ria sozinho.Passeie alegremente em seu jardim interiorPrograme-se para ser feliz...Somos aprendizes da vidaAlquimistas, poetas, arquitetos do nosso pequeno universo.interiorSe, Deus nós fez semelhantes. E, se fizermos a nossa parte sendo felizes..despertaremos também o amor ao próximo{nos amando.Se algum sorriso chegar até vocêAssim de surpresa desperte para a vida.Deixe-se viver...Ela ainda tem muito a ensinar, e oferecer.Somos alquimistas, poetas, arquitetos do nosso universo interior.
terça-feira, 1 de julho de 2008 10:29
Ao lado teuRecebo a leveza do ventoA força da tempestadeA sensualidade da luaO frescor da chuvaOnde ando nuaAté o dia chegar Ao teu lado Carrego a doçura de uma criançaA loucura de um momentoA alegria de um passatempoNego!A vida se esvai,Em segundos, Quando não te vejo,E, eu ainda tenho medo de te amar.A poesia jorra,Como água de um manancialA vida fica repleta de cançõesAs ruas e as floresTe recebem com a doçura do meu cantar.Eu passo os diasInventando novos refrõesPara não te cansarEu desdenhoAs nuvens negras que cobrem nosso destinoPorque necessito te amarEu te vejoCom a doçura de um meninoEnquanto entre os lençóis Disseco o homem, que jurou me amar.Entrego minha almaAo tormento da esperaA paisagem sem movimentoA dor que se cala, no silêncioAo teu lado Carrego a doçura de uma criançaA loucura de um momentoA alegria de um passatempoA ETERNIDADE DE UM MOMENTO.

quarta-feira, 2 de julho de 2008 10:26
O menino procura o paiSente sua ausênciaEnvolto na tormenta,que amarra o sofrimentoE, sufoca a falaO menino calavarre os versospalavras, que alimentavam a chegada do paientão: espalha-os no abismoAo fundo ,a penumbraimagens refletidas dos cristaislembram o homem da fotografiaoculto nas gavetas,Junto com as camisolas, que exalam alfazemaMensagens, que ela silenciouNo seu coração vagueanteOnde está o sol? O farol que ilumina sua história-E, agora qual estrada a seguir.Se, ele ainda não descobriu o amorSentimento que tudo alimenta, em tudo habitaNas arrestas, onde só o vento tem passagemIncorpora-se a neblina:suas lágrimas transbordamchuva de estioE, são as estrelasQue acompanham seu prantoA solidão: costuma chegar depois que as lagrimas sequemE, como a noite, se despede aos primeiros raios do amanhecer
quinta-feira, 3 de julho de 2008 10:51
Eu gosto de caféVocê só bebe cháEu gosto de cantarVocê viver batucando numa mesa de bar.Eu gosto das estrelasE do azul do céuVocê de poesiaEu só leio cordelE, se um dia mudarA festa vai terminarNossa união é noite Dia, céu e mar.Quando você ensaiaeu limpo a casae me ponho a cantarSe escrevo poesiaÉ para comer ,com o jantarA músicaÉ a nossa curtiçãoAmor é muito maisQue cama , mesa, e fogão.Se você pega o violãoEu fico faceira para tocarEu canto um versoVocê incremente no refrão(bis)Eu sou MariaVocê João.
quinta-feira, 3 de julho de 2008 14:42abra a porta do teu coraçãoe deixa a nuvemde poeira,que vendava teus olhosesvaecer,com meu amorEu estive longecaminhei por tantos lugaresmas, agora estou de volta, para morar sempre no teu coração.não aceito um não como resposta eu estou inteira entrando por esta portaeu quero ficar, para sempre.Vamos andar de mãos dadaspela noite estreladasentir o vento nos envolvendo numa atmosfera encantadaDescobriremos, que quando estamos juntoso tempo fica encolhido,perdido entre nossos beijose, gargalhadase,não vale ficar emburrado, ou tristeporque viver ao meu ladoé pura alegrianão há tempo de sofrernem haverá espaços para chorarse houver lágrimas:serão de alegria:pelo meu bom dia ao acordarno beijo de boa noiteao deitar.


terça-feira, 8 de julho de 2008 10:26Muitos anos de vida ainda hão de virMuito tempo para chorar, ou sorrir.Se tiveres a leveza de uma plumaA beleza de uma borboleta A candura de um sorriso infantil:Manterás por toda a vida a beleza juvenil..Mas, de que serve a juventude?Se para vivê-la precisamos tecer nosso futuroE, muitas vezes, escolher o caminho mais duro.Não basta apenas viverTemos a obrigação da felicidadeSem sentirmos o grande peso da idade..Não somos apenas números Ou, datas inexpressivas... Somos como libélulas Essência de vida.

sexta-feira, 25 de julho de 2008 14:11
Olhe um instante para dentro de si.- Sim, é com você. O que de bom fizeste hoje para alegrar o seu dia, ou engrandecer sua alma? Calma - não precisa ter medo é só você querer.O Universo conspira ao seu favor. Não há sonhos impossíveis, amores sem valor. Somos seres dotados de inteligência, paciência e o que é melhor - sensibilidade. E, é na arte que encontramos as formas mais variadas de expressão do sentimento da alma.Se todos temos um valor, e crescemos com um dom. Nosso bem mais precioso pode estar certo: a vida conspirará ao seu favor. Tenha amor a arte, expresse-se sem medo, este será o seu mais precioso segredo.Bem vindo à arteA vidaAo colorido de um pôr-do-solAo vento que sopra a seu favorDesenhando com as cálidas floresPequenos gestos de amor..PalavrasMeias -palavras ás vezes, ditas sem pensar.Transforman-se em poemasMúsicas para cantar.DesenhosCoresFormas de admirar.Ame-seConspire em segredoSem medoTens o direito de ser feliz...











segunda-feira, 28 de julho de 2008 09:25 E, eu que sempre quis encontrar o amor verdadeiro, pois, nunca pensei que em toda parte o encontraria.Nas águas dos mares, nos oceanos que se estendem pelo mundo, no pico mais alto, nos lugares mais distantes. nas profundezas do aprofundar-se, na existencial essência do existir, para amar e, então, existir.No simples desejo do existir de cada pessoa, e em cada olhar.Na maneira de cada um sorrir, ou falar.No singelo ouvir, sem ver e não se aproximar.Na incessante busca do descobrir-se, e então concluir: que se pode amar a todos e se entregar, sem se entregar, ou, somente se deixar levar. Além de mim: o ego, o outro e todos os seres, que além de alma, vísceras também têm num coração um espaço infinito e apto ao exercício de que amar se aprende amando.Valente, medroso, imperioso este pode ser um amor, que se sente, e ora, se procura; se pressente que com a idéia deste amar, já se pode estar amando.Por amor há um corresponder infinito, mesmo que tímido na idéia do amar.Ora, ausente na entrega, e nessa procura cega: um amor que se ame, e te ame. Ou, só queira amar.Para sempre, sempre simplesmente amar por amar.É este eterno querer amar é que nos faz encontrar o amor.O amar da entrega lenta, sem querer, por querer, sem desmentir, e omitir o querer.Se a cada dia se ama um pouco mais, para também se amar sem esperar na eternidade:a aliança da união, a lua de mel em Pasárgada, o vestido de cambraia pêssego,os violinos nas canções dos Beatles, um beijo fugaz nos romances de Jane Austin.o entardecer violeta de Amarcord de Fellini, o olhar arregalado de Audrey Hepburn em Bonequinha de luxo, que segue lânguido na película de William Wyler -A princesa e o plebeu. O existir somente, num olhar de instante.Num se entregar sem saber, que naquele único e, profundo instante olhar existiu um amor.


quarta-feira, 30 de julho de 2008 10:14Na lira dos Vinte anos, Descobre-se a transitoriedade de vidaAceita-se o crescera um encontro entre a razão e a ilusãoMas, ainda existem os sonhosque misturados ao idealismo nos fazem amadurecer Leonina que éstem a sensibilidade dos poetasna dança da vidano tempo de esperaentrega-se a vida ,com a suavidade de uma manhã outonal.Nasceu para crescerDesbravar novas terrasVencer.E,quando as folhas estiverem caindoenfeitando as cinzentas calçadasEstará despertaAlegre,revigorada.Mais um aniversáriomais uma prece ouvidaMais felicidade nessa longa estrada da vida!

terça-feira, 2 de setembro de 2008 14:21Não consigo falar quando olho para vocêO que eu faço é cantarO amor, que eu guardo todo em mim.A minha fantasia é ter você ao meu ladoViver sempre grudadote amando entre o céu e o marVocê é tudo para mimÉ muito mais que um samba, uma cançãoVocê é minha mulherÉ Maria poesia(bis) Maria e MariaMaria é poesiaEu sinto falar, mas vou casar com você.O cartório, já marqueiSó falta pedir a benção do pároco,que mora ao lado do barEu nasci para te amarE quero sempre cantarEste verso, em poema.Que eu fiz para você(bis) Maria e MariaMaria é poesia.Maria é a minha poesia de viverÉ melhor que churrasco e, futebol na tv.Eu te prometiVou viver para te amarEu nem saio de casaAos domingos fico a te bajular.Na sexta-feira, quando volto do serviço.Eu limpo toda a casa, e te levo para sambar.Pois, a minha vida é te ver feliz:MariaA minha sina é te fazer poesia.Maria e MariaMaria é poesia.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008 14:14Se fossemos apenas carneEm nosso corpo um coração não habitariaEm nossa almaHá experiências,vivências,que nunca poderemos apagar:Erros cometidos não se apagam como desenhos disformesMas, temos consciência.que, fizemos o máximo.Sempre - sempre o melhor.Mas se somos humanosA carne é fracaE, muitas vezes não há nada.Que pode ser feitoSe a carne é fracaE, a mente consciente.Ainda há tempo Temos uma vidaPara nos redimirLibertar-nos de nossos pecados... Em nossa alma/mente habitaUm mundo muito particular:Ainda temos a sensibilidade, dias de solpasseios ao farol,sorrisos sem direção

sexta-feira, 26 de setembro de 2008 11:51

Ensaio um verso ao cruzar o ipê amarelo
Cantarolando uma canção, de versos singelos.

Absorvo a estação
Cristalizo tudo que se foi
Construo com flores, e poesia o refrão


Quero viver está estação dos singelos prazeres, Como se nunca fosse morrer
Observar o horizonte e, um pedaço de céu onde, as nuvens pairam como gaze.
Na leveza dos meus pensamentos:e , renascer:
no movimento elegante dos pássaros
na suavidade do anoitecer,
na alma, que se entrega a chegada da noite espaçada
viver por viver.


Adormecer na imagem das gaivotas na margem doirada do rio,
Onde minha mente passeia
Descansar no teu silêncio,
mergulhar no olhar, que sorri
amar por amar
sem pensar em outra estação
encontrar o amor verdadeiro
antes da chegada do verão.


sexta-feira, 3 de outubro de 2008 10:14

BALADA DO VENTO -Angel & EdiEscrevo versos quando o dia amanhecerEssa canção fala de mim e de vocêO sol irradia inspiraçãoA poesia chega ao entardecer(2x)Oh vento traz o meu amorA chuva vem e traz vocêEu não termino essa cançãoSão tantas as palavras,que eu simplifico no refrão(2x)Oh vento traz o meu amorEscrevo versos quando o dia amanhecerEssa canção fala de mim e de vocêSão tantas as palavras, que eu tento dizerE, eu simplifico (o que sinto) no refrão(2x)Oh vento traz o meu amor

segunda-feira, 6 de outubro de 2008 10:34


A nossa línguaEu me sinto tão transparenteQuando você vem de repenteE me veste de azulO céu fica mais clarode um brilho tão raroserá um cometa, um foguete, ou um simples simNós dois nessa vidaDe coração abertona alquimia do prazerEu,Vocêeu enfim com vocêe, a língua dos guayapisNão havia outro jeitoMas, com devotado respeito me apaixonei por vocêAgora cê faz favor de desligar todas as luzesguardar a decência entre os narcisose, gritar na escuridãose eu me perco em nósnão tenho medo de me perder em mimem noite escura sem luarno dia de Iemanjá.(bis)Eu me sinto tão transparenteQuando você vem de repenteE me despe de azul.
Quinta-feira-08.01.2009-14h07min

Um barquinho em frente ao mar
vem comigo navegar
Encontrar o amor que vive em nós


Em nosso refúgio
Abençoado por Zeus,
onde nossos segredos pululam, pelo arpoador

Viver sem medo
{Se, der vontade: vou me atirar
Se, der preguiça não mais voltar}

Vou ler os livros das estantes que deixei
Depois que um amor
Levou tudo de mim.

Ainda guardei aquela poesia escondida entre os lençóis
Quando tua boca percorria a minha
E eu me perdia entre os girassóis.


Valeu lembrar de nós
E, te chamar para navegar
É o tempo que nos resta
Em uma vida, onde ainda ei de mergulhar ......


Um barquinho em frente ao mar
Vem comigo navegar
Encontrar o amor
Que vive em nós

Quinta-feira,23.04.2009-16h06
O teu olhar caminha com o meu
A tua boca
Segue a minha língua
Nós dois citamos os mesmos poemas
Rimbaud, Quintana, Adélia Prado
Bukowski;Maria do Socorro Cardoso Xavier.


Se eu não gosto eu mando cozinhar
Se não disser besteira
Prefiro um bbaaaaaaaa um banjo afinado
Um bombeiro, um policial.

Você que é mulher
Ás vezes fada
Feiticeira
Qual o homem que desejas?
O que almejas desfrutar?
Qual a origem do amor?
Já descobriu, Platão?
A vertigem e a voracidade de uma paixão..

Eu não quero, somente, palavras, blá blaááá
Se não souber
Aprenda: devore filmes de Fellini
Não olhe mais televisão
Leia tudo sobre mim,café e masturbação.

Eu não quero promessas misturadas com absinto e hortelã
Eu quero mais que uma noite
Eu desejo o teu abraço:
todas as manhãs.


Terça-feira,09.06.2009-11h33min

O sabiá cantou, e veio o dia.
O vento soprou poesia
A letra, a melodia, tudo distração.
E, tudo se perdeu numa canção.
O rio correu até a arrebentação
Lá encontrou a solidão
A multidão ficou a toa, com a nossa canção.
E mergulhou toda em mim

Eu me entreguei a alegria de viver
E, a poesia chegou com você.
A lua se escondeu na escuridão
E, a multidão ficou a toa, com a nossa canção.
O sol chegou, e dispersou a multidão, e se perdeu em mim.


O que a tristeza segredou nessa canção
A terra um dia vai comer
As lágrimas antecedem o êxtase
Tudo vai embora sem por que

Se, ficar por mais um dia eu termino está canção.
Você e eu num poema, e a multidão.
Não se entristeça tudo vai mudar
A chuva vem, e leva tudo para outro lugar.

E, a multidão ficou a toa, com a nossa canção.
E mergulhou toda em mim
A lua se escondeu na escuridão
E, a multidão ficou a toa, com a nossa canção.
O sol chegou, e dispersou a multidão
19.08.2009-16h56min
A minha poesia
Não tem hora nem, porque
O meu coração
Anda chateado de tanto sofrer


A minha canção
Tem o mesmo refrão
Os meus olhos só seguem você


Na repetição dos meus dias de encantamento
Vejo só você és meu pão,
meu alimento.

Eu já te jurei
Que iria te esquecer
E não iria mais
Te perseguir, ou parar de viver.


Eu prometo:
Se,só mais uma vez estiver com você
Te apago de vez da minha mente, alma e coração.

Corra esse perigo
Vem ficar mais uma vez comigo
Eu deixo de te amar mais uma vez.

Se deixar de ver o seu olhar de fascinação
Se deixar de ouvir a tua voz
O teu jeito brigão.


Se esquecer do teu cheiro
E não pegar na tua mão
Rasgar a sua foto que guardo na carteira
Quebrar teu violão.

Vou saciar a fome que tenho de você
Me alimentando de poesia -
Devorando o espectro de outro rapaz.

Revelando a minha dor
Nos ensaios que rabisco
e ninguém lê.

Me leve com você
Mais uma vez
Eu te suplico
Só por hoje não vou pensar em você.
Só por hoje não vou te querer
Só por hoje quero você

Sexta-feira,24.07.2009-16h12min

Eu encontrei você para cuidar de mim
Eu me entreguei sem resistência
Para você me dar o que eu não tinha
Eu tomei veneno
Atropelei o trânsito
Eu me joguei na esquina.


Eu era só uma menina
Cansada de tanto sofrer
Minha alma tão pequenina
Se abriu ao encontrar você.

Eu sussurrava o seu nome
Eu gritava
Eu tinha fome
E não podia mais viver sem você.


Eu escutava a tua voz que me seguia
Eu rezava ;eu perambulei para te dizer:
-Que eu não vivo mais
Eu não consigo respirar
Se não estiver respirando o teu ar .

A minha existência fica sem sentido
se não tiver teu braço
no meu ombro
o teu olhar comigo.

Você é meu homem
Meu marido
Um encantamento
Um sinal.

Eu que sou filha de Maria
Você Neto de João
Nossa filha
Nosso amor
Maria João


Nossa história
Nosso livro
Nossa poesia
Nosso lar

Vejo uma criança
Caminhando pela sala
Nos ensinando a brincar


Vejo nossa vida
superando as diferenças
eu deixando de chorar.


Penso que você
também tem seus medos
Mas no meu coração tem tanto espaço
para aconchegar.


Traga sua mala
Os seus livros
Seu liquidificador

Deita do meu lado
Eu velo o seu sono
Acalento os seus sonhos
Devorando os seus fantasmas

Pode me abraçar
Vem cuidar de mim, que eu cuido de você
Nosso céu
É o nosso lar.

Deixa de besteira
Eu também não tenho nada
A gente pode recomeçar

Nosso dia-dia regado de amor
Nosso alimento uma canção
Um raio de sol.

Eu idealizei a nossa vida
E, eu quero você
Em todos meus projetos
na minha inspiração.


Eu já projetei o nosso amor
Além desta existência
Nunca mais vou ficar sem você!

Quarta-feira,19.08.2009-16h56min
Esse moço foi dessa moça e não dissePois esse moço foi dessa moça sem pestanejarNem franziu a sobrancelhaNem convidou-a para dançarSimplesmente rodopiou a sua volta a cantar.Levou sua almaBrincou com seu coraçãoLeu todos poemas de NoelE falou de suas canções.Apareceu em noite de São JoãoA foto dele anda pregadaEm todas as estações.Ele colecionava moçasEle possuía um jardimE lá viviam os coraçõesQue ele tomou das raparigas em flor.As suas rosas eram as mais bonitasO seu penteadoO seu andarTerno listradoEngomadoÁgua de colôniaCarro importadoE essa moça que ele feriuEra um rouxinol tristonho de olho arregalado E os botões de rosaSobreviveram nos livros que não leu.Sobraram tantas cantigasTantos vestidos rodadosE, a despedidaDessa moça estava na carta de lírios douradosE a sua história fora contadaPelo meu avô.

Sexta-feira,27.08.2009-16h55 e/m

Branco, amarelo
Rosa, caqui
Preto, caramelo
Manjar de nozes
Pudim de amendoim.


Doce de marmelo
Calda de morango
Brigadeiro
Coca-cola
Amarula
Gelatina com esperma
Pêlos pubianos
Com quindim


Sorvete com amora
Beijo demorado
Língua, chocolate
Banho demorado

Mandolate
Um novo namorado
Coquetel de frutas
Leite condensado

Manias
Gente morta
Janelas, pernas penduradas
Gente louca
Choro de neném


Bolas
Objetos pontiagudos
Tinta de tecido
Umbigo
Mãos
E pés.


Sonho
Pesadelo
Cafuné
Cabelo
Noite
Dia
Tarde
Vento
Acordar com você.

Quadrado
Ideograma
Chocolate mentolado
Agogô.


Nuvens e telhados
Amor proibido
Sexo na garagem
Sacanagem.

Filme proibido
Drogas
Comprimidos
Sono agitado
Vontade de fugir.

Ir e vir
No teu tapete de pele de leão
Cortinas de gaze
Oração.

Olhos pervertidos
Gemidos na escada
Gato amarelo
Bacias com calcinhas framboesas
Canção de ninar.

Final de casamento
Rolha
Seringa
Avental.


Término de frases
Em um livro inacabado
Poema sem nexo
Fim da linha
Arrebentação.





Quainta-feira,03.09.2009-11h34min

Branco, amarelo
Rosa, caqui
Preto, caramelo
Manjar de nozes
Pudim de amendoim.


Doce de marmelo
Calda de morango
Brigadeiro
Coca-cola
Amarula
Gelatina com esperma
Pêlos pubianos
Com quindim


Sorvete com amora
Beijo demorado
Língua, chocolate
Banho com champanhe
Mandolate.

Um novo namorado
Coquetel de frutas
Leite condensado

Manias
Gente morta
Janelas, pernas penduradas
Gente louca
Dor de garganta
guloseima
Choro de neném


Bolas
Objetos pontiagudos
Tinta de tecido
Umbigo
Mãos
E pés.


Sonho
Pesadelo
Cafuné
Cabelo
Noite
Dia
Tarde
Vento
Acordar com você.

Quadrado
Ideograma
Chocolate mentolado
Agogô.


Nuvens e telhados
Amor proibido
Sexo na garagem
Sacanagem.

Filmes de cowboy
Drogas
Comprimidos
Sono agitado
Vontade de fugir.

Ir e vir
No teu tapete de pele de leão
Cortinas de gaze
Oração.

Olhos pervertidos
Gemidos na escada
Gato amarelo
Bacias com calcinhas framboesas
Canção de ninar.

Final de casamento
Rolha
Seringa
Avental.


Término de frases
Em um livro inacabado
Poemas sem nexo
Fim da linha
Arrebentação


Segunda-feira,02.11.2009 15h50min-HMV
APNÉIA


Meu amor por favor
Não vá embora
Meu amor por favor não deixa essa vida,
e o que tinha de acontecer.
Meu amor não descubra o ciúme
Fique imune a dor.

Faça que o tempo não apague
um ex-amor.
Deixa que a vida se encarregue dessa mágoa
Tudo acaba/Tudo acaba
Tudo vai passar.


Alimente a fonte que
te causou desprazer
Esse vazio
Esse silêncio depois que vem a solidão.


Deixa vir as lágrimas
E a resignação
Coma as migalhas na tristeza:
Reinvente a comiseração.

Viva o seu Cristo
Deposite sua fé
Aos pés de Nossa Senhora Conceição.


Afogue suas mágoas
Com a magia de um perfume
de alfazema,e as notas de hortelã.


Não se entregue
Vá ao fundo
Mas não deixa que ela te leve.


Não se entregue
Mergulhe fundo
Mas deixe que a correnteza te carregue para algum lugar
Em alguma ilha
Onde se possa respirar.


Vá ao fundo
Não se negue
Volte até que um dia
Possa respirar.

Volte quando
Toda essa tristeza terminar.
Volte/Volte até que o destino
invente outra paixão
Volta antes de perder o fôlego, e a visão...

Quarta-feira, Outubro 21, 2009

morangos silvestres


MORANGOS SILVESTRES

Cabeça,
prego,
raio,
janela
Estúdio,
Ensaio.

Pupilas dilatadas
Êxtase
Mostarda
Calcinhas arriadas.

O cisco do teu olho escorreu na minha saliva
Marlene dormiu com Pedro
Abortou do Alceu
casou com Paulo continua com Romeu.

A febre de Luísa enlouqueceu Patrícia
As bolas de veludo que Juliana costurou estão embaixo da vagina,que se abre quando Moisés caminhou sobre o mar.

O baile continua na periferia
A menina de vestido de lurex engravidou a dois minutos:
quando olhava fixamente para as abotoadoras do barman.

É amanhã que chega o fim do mês
Só com o amanhecer é que as portas que estavam chaveadas na casa de Solange vão se abrir.
Depois de amanhã o resultado do HIV vai sossegar ou, não o peito da menina do vestido de lurex.
E, quando o dia se for eu novamente
Digo que te amo
Eu prometo ficar para sempre
Até mais um dia
Até esta vida acabar...

Pare de beber
Pare de fumar
Mergulhe nas obras de Antônio Bispo do Rosário com a alma de Ingmar Bergman

Morangos silvestres fazem parte do diário
E, das fantasias de Sheron .
Plástico ABS em azul
Também fazem parte do cenário da saga de star wars
Ana Maria voltou a rezar
Judite acaba de chupar uma laranja na sacada de azulejos onde dorme a menina do vestido de lurex.
Vanda aprendeu a nadar
Marlene prometeu fidelidade , mas acaba de pecar.. (A.Rizzi)

Sábado, Outubro 03, 2009

Angélica Rizzi Lança o livro -Manoelito o Palhaço Tristonho na Livraria Saraiva do Barra Shopping Sul


Angélica Rizzi lança o Livro – Manoelito o Palhaço Tristonho

Fróide Explica lança a peça musical/teatral“As Aventuras de Manoelito, o Palhacinho”,na Livraria Saraiva do BarraShopping SulAngélica Rizzi, jornalista e cantora faz o lançamento oficial do livro "Manoelito, o Palhaço Tristonho", de sua autoria, e o grupo Fróide Explica da peça musical/teatral “ As Aventuras de Manoelito”, de autoria do artista multimídia Jottagá, no próximo dia 08 de outubro, quinta-feira, às 19h, na Saraiva Mega Store do BarraShopping Sul (Avenida Diário de Notícias, 300, Loja 1022, bairro Cristal), em Porto Alegre. A entrada é franca.Dar vida a Manoelito é um sonho da autora Angélica Rizzi. O livro, que estará autografando, conta a história de um palhacinho que não sabia sorrir, mas almejava descobrir a alegria de viver.A história de “Manoelito, o Palhaço Tristonho” surgiu em 2007, como uma esquete musical escrita por Angélica Rizzi e encenada por ela e pelo artista plástico Ednilson Pissolato para internas da ala psiquiátrica do Hospital Presidente Vargas e também para crianças da comunidade de papeleiros de Gravataí, na região Metropolitana de Porto Alegre.Pensando nos contadores de história e deficientes auditivos, a obra tem também a escrita de sinais (libras), realizada pela tradutora-intérprete de língua de sinais Patricia Ughi Barbosa e pela instrutora de língua de sinais Renata Heinzelmann, com análise da psicopedagoga Anelise Delpino. No verso de cada página, a mesma ilustração é publicada em preto-e-branco (para colorir), junto com o texto vertido para o inglês pela tradutora Márcia Roque Martins.A peça musical /teatral escrita e musicada por Jottagá, deu origem a um CD, contando e cantando as “Aventuras de Manoelito o Palhacinho”, o qual será lançado durante a 55ª Feira do livro de Porto Alegre.No dia 09 de outubro, sexta-feira, a peça “As Aventuras de Manoelito o Palhacinho” será apresentada no Colégio Rosário, para os alunos das primeiras séries.Informações: (51) 99577639 (Angélica) 99539674 (Jottagá)Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu (MTB 8679-4)Fone: (51) 92772191 / 84869779 - 28/09/09

Quarta-feira, Setembro 23, 2009

Lançamento do Livro Manoelito o Palhaço Tristonho